something, something. Anything!

something, something. Anything!

Hoje acordei sentindo desejo. Desejo por algo novo, sabe quando a rotina sufoca? Ligar o pc, entrar nos mesmos sites, com as mesmas coisas, ver os mesmos vídeos, rir das mesmas piadas. Cansei, quero ler algo diferente, descobrir um site que me dê vontade de entrar todos os dias. E quando eu entro na beleza do twitter para ver se alguém postou algo de interessante…

Me surge a bendita baleinha. please, tell me something NEW!

Feliz Dia dos Pais!

Feliz Dia dos Pais!

Pai em suas multiformas

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Birthday.

Birthday.

Puxa, já faz um ano. Um ano que criei o blog,  e em um ano tanta coisa aconteceu… Cumpri minha meta (manter o blog por pelo menos um ano),e ele tem ido muito além das minhas expectativas, todas as minhas tentativas de blogueira sempre acabaram frustradas, mas quem diria, dessa vez deu certo! Foram 149 posts (150 com este), 332 comentários. Em um ano o número de visitas mensais foi de 14 (no primeiro mês) para 2.100 (nesse mês). Em maio foram mais de 4.500 visitas, numa média de 100 a 200 visitas por dia, totalizando mais ou menos 42.820 visitas! Para ser bem sincera eu nunca imaginei tudo isso (acredite, pra mim é muito)

Há alguns meses comecei uma enquete para ter uma noção de quem lê o blog, obrigada a todos que deram um clique aqui no canto! No final, chegamos a isso:

Estou feliz pelo crescimento do blog que começou num tedioso fim de tarde, com um post nada a ver, mas acabou tomando um rumo na vida e aqui estou eu, apesar da ausência (e eu devo mil desculpas por isso), continuo levando o blog. A verdade é que escrever aqui mudou muito minha forma de ver as coisas, me tornei mais crítica, mais leitora, mais política, mais social, mais analítica.

É muito bom saber, que há quem se dê ao trabalho de vir aqui para ler meus posts, a receber notícias do blog, a deixar seus comentários, enfim, o primeiro pedaço do bolo (que eu não fiz haha) é de vocês! Obrigada de coração a cada um. Continuem me visitando quando der, conversando quando sentirem vontade e deixando suas críticas sempre que possível!

Um beijo enorme ;)

Life in a Day.

Life in a Day.

Hoje em dia, graças à internet, diariamente, temos acesso a mais informações que os jornais podem nos oferecer, e  graças a sites como o youtube (ainda estou tentando descobrir como era a vida antes dele, e o mais incrível é que ele tem apenas cinco anos de vida!), temos acessos a todo tipo de vídeos, todo tipo MESMO!

Postar vídeos no youtube já é quase rotina, mas imaginou seu dia a dia sendo parte de um documentário?

“A vida em um dia” é uma experiência global histórica para criar o primeiro longa-metragem do mundo gerado por usuários: um documentário, filmado em um único dia, por você. Em 24 de julho, você terá 24 horas para documentar um trecho da sua vida com uma câmera. As filmagens mais interessantes e originais serão editadas em um documentário experimental, produzido por Ridley Scott e dirigido por Kevin Macdonald.

Esse projeto é parte das comemorações de aniversário do site, que desde que foi criado (em 2005), coleciona histórias e mais histórias, muita gente se deu mal, muita gente se deu bem, uns ficaram famosos (veja a Geyse Arruda ;) ), outros nem tanto, enfim, haja história…

O site criou uma página intitulada “minha história com o youtube” onde pessoas comuns (ou não) contam suas experiências com o youtube, é bem legal. Quando tiver um tempo sobrando dá uma clique lá ;) #fiveyear

Enquanto isso, do lado de cá…

Enquanto isso, do lado de cá…

Vinte anos se passaram desde o fim do Apartheid, a música tema da Copa do Mundo de 2010 diz que “essa é a vez da África”, tomara que seja mesmo, é uma oportunidade unica, da África mostrar-se ao mundo, mostrar que é mais do que um continente pobre, mostrar sua rica cultura, suas crenças, seu povo, suas canções, sua alegria. Durante estes dias em que os olhos do mundo estão voltados para o berço da civilização, pensei, porque não conhecer alguns aspectos da cultura sul africana?! A África do Sul tem uma das histórias mais incríveis (não muito citada em nossos livros de História) que conheço, em outro post comento à respeito.

Provavelmente, a maioria viu o clipe da música oficial da Copa, se não viu, clique AQUI. O clipe transmite uma mensagem de união de raças e povos, muito comuns à Copa do Mundo, claro que sendo na África do Sul, o significado parece muito mais FORTE. A canção, gravada pela Shakira, conta com a participação especila de um grupo sul africano chamado Freshlyground, é sobre eles que quero falar, sinceramente, eu tinha uma ideia totalmente diferente do estilo musical deles, foi um pré-conceito meu, descobrí-los foi um grande achado musical, a maioria ao pensar em música africana associa ao olodum (naturalmente), mas o que eu quero mostrar é que a África é um continente muito além dos estereótipos criados por nós, há tradição, mas também há modernidade, a imagem que se tem da África é semelhante a que os europeus  e norte-americanos têm do Brasil: Carnaval, futebol, e uma ideia primitiva da época do descobrimento!

Infelizmente para muitos a África ainda é sinônimo de safári, uma Copa não vai mudar isso,mas quem sabe esse não seja o pontapé inicial?! ;)

#DoePalavras

#DoePalavras

Um movimento para levar mensagens de força aos pacientes com câncer do Hospital Mário Penna. Envie sua mensagem pelo site doepalavras.com.br ou pelo seu Twitter, acrescentando a hashtag#doepalavras. Ela será exibida nas TVs do hospital para os nossos pacientes.

Muitas vezes o que nossos pacientes mais precisam é escutar as palavras certas: mensagens positivas de amor, esperança e força têm o poder de transformar a meneira como eles enfrentam o câncer.

Trabalhamos isso todos os dias. Mas como o Brasil inteiro do nosso lado vamos ficar mais fortes. Esse é o objetivo dessse projeto: usar a inteligência coletiva para gerar um grande fluxo de mensagens do bem e levar toda essa força para dentro do Hospital Mário Penna

Funciona assim: Você manda sua mensagem através do site doepalavras.com.br ou pelo seu twitter usando a hashtag #doepalavras. Depois de passar por um filtro, ela é exibida em TV’s dentro do hospital, em locais onde os pacientes mais precisam de força, como a sala de quimioterapia.

Mensagens compiladas nesse projeto vão se transformar em um livro, que será doado para diversos hospitais.

Contamos com você. Muitas vezes o que um paciente mais precisa é acreditar na cura.

18 de maio!

18 de maio!

Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Esquecer é permitir, lembrar é combater

O dia 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, foi instituído pela Lei 9970/2000 com o objetivo de mobilizar e convocar a sociedade brasileira a se engajar no combate a violência sexual de crianças e adolescentes, bem como na defesa dos seus direitos. Essa data foi escolhida pois há 30 anos, em 18 de maio de 1973, o assassinato de uma criança de 9 anos incompletos, Aracelli Cabrera Crespo, em Vitória-ES, chocou o país. Aracelli foi seqüestrada, drogada, estuprada, teve seu rosto desfigurado com ácido, entre outras barbáries. A história desse crime, contada por José Louzeiro no livroAracelli, Meu Amor (1979) denuncia muitos dos ingredientes da violenta rede de exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes em nossa sociedade: implicação da rede familiar, abuso de poder, tráfico de drogas, corrupção e impunidade.

Aracelli morava com os pais e irmão mais velho e era uma criança que tinha uma vida modesta, mas aparentemente nada incomum para as meninas da sua idade. Na tarde de 18 de maio de 1973 Aracelli não voltou da escola que freqüentava regularmente e seu corpo só foi encontrado seis dias depois em um matagal, irreconhecível para o próprio pai. Desde o seu desaparecimento uma seqüência de informações e fatos coloca-nos diante da complexidade do fenômeno da violência. O envolvimento da mãe com o uso, tráfico e distribuição de drogas foi determinante para o final trágico de Aracelli, que naquele dia saiu mais cedo da escola porque foi entregar drogas, a pedido da mãe. Os “clientes” eram conhecidos, jovens de famílias tradicionais, acostumados a “festinhas de embalo”, regadas a drogas e a prática de abuso sexual de crianças e adolescentes, apostando na impunidade que o dinheiro dos pais podia comprar. Várias estratégias de aliciamento de crianças eram utilizadas por esses jovens e Aracelli sucumbiu a elas. O caso seguiu um rumo estarrecedor, a impunidade dos responsáveis não só ficou evidenciada, como alguns empenhados em desvendar o crime foram mortos ou afastados de seus cargos. Os assassinos, mesmo indiciados, ficaram livres.

Infelizmente casos como o de Aracelli, com roupagens mais ou menos cruéis ainda são freqüentes em nosso país.

Sintam-se convocados a lembrar sempre do 18 de Maio aqueles que não perderam a capacidade de se indignar com todas as diversas formas de violência, aqueles que não estão indiferentes e que estão dispostos a compor a rede “contraponto” daquela da exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes, para por fim a uma das formas mais cruéis de violação de direitos humanos.

Fonte