william fitzsimmons

Não gosto de criar rótulos e nem me “prender” a estilos específicos, acho que a música vai muito além disso, apesar de ainda ter um certo pré-conceito com alguns estilos, no fim das contas posso me enquadrar no grupo dos ecléticos.

Nem eu sabia que gostava de folk music, até notar que a maioria das músicas das quais realmente gosto seguem essa linha. E meu último achado musical veio a confirmar isto. Enquanto visitava um blog, uma música doce me atraiu, uma voz tão suave, uma melodia tão linda… Foi aí que descobri o músico William Fitzsimmons, não achei nenhum artigo dele em português (infelizmente), só em inglês, no wikipedia. Filho de pais cegos, e com uma sensibilidade musical incrível, ele toca múltiplos instrumentos e faz uma mixagem de folk e música eletrônica.

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Uma das canções que mais gostei é Passion Play

Uma boa dica para quem gosta do estilo, e para quem não gosta, não custa nada conhecer novos, não é mesmo?! 😉

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… lá. lá. lá…

poder+da+m%C3%BAsica

Hoje decidi falar sobre música, não foi nada pensado, na verdade as palavras simplesmente vieram enquanto eu ouvia “Boy with a Coin”, Iron and Wine. 

Quem é que não tem pelo menos uma música que marcou sua vida ou pelo menos algum momento dela?

Pois é, eu sempre digo que sou como uma daquelas bailarinas de caixinhas de músicas. É só a música começar que eu começo a girar. Sou movida à música, ela é parte essencial do meu dia, está presente do momento em que eu acordo (despertador do celular =P), até os meus últimos minutos antes de dormir (já que já passei da idade de ser ‘ninada’, o jeito e colocar uma musiquinha antes de dormir, né?!).

E a música é capaz de produzir os mais diversos tipos de emoções, dos bons até os ruins. Ás vezes acontece àqueles momentos em que você daria tudo pra que do nada começasse a tocar uma música só pra registrar o momento (geralmente não acontece =/). Uma amiga minha tinha o hábito de cantar pra mim, sempre que acontecia algo de importante, acredite, funcionava, porque até hoje associo às músicas aos momentos em que foram cantadas.

Algumas músicas simplesmente me fazem chorar sem razão alguma, algumas me levam a reflexões, acho que para ser um músico é preciso ser mais do que um músico, é preciso ser poeta, escritor, é preciso ser humano, saber tocar as pessoas, saber falar com elas, às vezes saber ouvi-las.

Uma música pode servir de terapia, pode aliviar dores emocionais, mas ouvi falar de músicas que também podem leva à destruição. Li casos em que pessoas entraram em depressão ao ouvir continuamente certas músicas, outras que chegaram a cometer suicídio! Algumas pessoas usam do poder que a musica tem para fazer mal, inserem em suas músicas mensagens subliminares que nós inocentemente engolimos. Isso quando não somos bombardeados por lixo musical, cantores que deveriam ser proibidos de cantar até no chuveiro decidem cantar para o mundo, e nós somos obrigados a ouvir.

Recentemente descobri que a música pode ser muito mais útil do que eu imaginava, só consegui decorar o número do meu RG depois que criei uma musiquinha, engraçado, né, pareço uma louca, mas funcionou, hehe! Só preciso tomar cuidado pra não cantar muito alto.

 Uma vez aluguei um filme, e eles colocaram nos extras uma versão sem a trilha sonora, nem preciso dizer que ficou totalmente sem graça, né? Fazendo uma comparação com comida, ficou sem sal e pra aqueles que escrevem acho que a música é fundamental, talvez eu nem estivesse aqui escrevendo se não fosse essa música.

Abençoados são aqueles que possuem o dom de compor uma melodia, uma canção, enquanto uns precisam de milhares de palavras para se expressar, estes conseguem falar tudo, muitas vezes sem dizer nada.